Espaço colaborativo e interativo destinado à participação dos profissionais da educação, da comunidade escolar e sociedade civil tendo por finalidade a construção da qualidade da educação.
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sábado, 28 de setembro de 2013
Qualidade social da educação
Em agosto um jovem adolescente matou, segundo informações
divulgadas hoje 3-9-2013 seu pai, mãe, tia-avó e avó, tendo em seguida, 18
horas após ter matado seu pai, se suicidado. Antes foi à escola calmamente.
“A Polícia Civil de São Paulo informou nesta terça-feira (3)
que os laudos sobre as mortes de um casal de PMs, do filho deles de 13 anos e
de outros dois parentes, ocorridas no mês de agosto na Brasilândia, zona norte
da capital, apontam que o garoto Marcelo Pesseghini –o filho dos policiais– foi
o responsável pelos crimes.”
Eis aí uma questão para análise. Como a escola não conseguiu
ensinar valores básicos a este aluno, mesmo que na contramão da família, se
assim fosse? Não se trata de culpabilizar ninguém. Trata-se de questionar se
responsabilizar a escola e os professores pelo ensino, restrito a português e
matemática, não tem levado as escolas a deixarem de enfatizar valores básicos
como a vida.
Este é mais um exemplo que deve nos levar a indagar se
estamos desenvolvendo uma educação de qualidade social.
Publicado no Blog do Prof. Luis Carlos de Freitas
Em agosto um jovem adolescente matou, segundo informações
divulgadas hoje 3-9-2013 seu pai, mãe, tia-avó e avó, tendo em seguida, 18
horas após ter matado seu pai, se suicidado. Antes foi à escola calmamente.
“A Polícia Civil de São Paulo informou nesta terça-feira (3)
que os laudos sobre as mortes de um casal de PMs, do filho deles de 13 anos e
de outros dois parentes, ocorridas no mês de agosto na Brasilândia, zona norte
da capital, apontam que o garoto Marcelo Pesseghini –o filho dos policiais– foi
o responsável pelos crimes.”
Eis aí uma questão para análise. Como a escola não conseguiu
ensinar valores básicos a este aluno, mesmo que na contramão da família, se
assim fosse? Não se trata de culpabilizar ninguém. Trata-se de questionar se
responsabilizar a escola e os professores pelo ensino, restrito a português e
matemática, não tem levado as escolas a deixarem de enfatizar valores básicos
como a vida.
Este é mais um exemplo que deve nos levar a indagar se
estamos desenvolvendo uma educação de qualidade social.
Publicado no Blog do Prof. Luis Carlos de Freitas
domingo, 25 de agosto de 2013
Secretária da Educação não publica parte da Indicação do Conselho Municipal.
A Secretária da Educação, Senhora Telma Vieira deixou de "publicar"
parte da Indicação n°2/2012 do Conselho
Municipal. A administração pública deve agir de acordo com os princípios
consagrados pela Constituição Federal como a publicidade e a transparência.
Entretanto, estes princípios parecem estar distantes da prática da atual
titular da pasta. A publicidade deve considerar a comunidade na sua totalidade e não apenas contemplar uma parte. Posso afirmar que houve o respeito a este princípio?
Por meio da Resolução SME n°4/2013, com data de 15/07/2013 foi
homologada a Indicação n°2/2012 do CME. Esta Indicação trata dos Conselhos
Escolares. Na ocasião, o então Conselheiro
apresentou voto em separado em decorrência da linha liberal burguesa
predominante no texto. Este tipo de representação está por demais desgastada e
existe uma crise de representatividade atualmente. Neste voto em separado foi
explicitado sobre os dois modelos que estão em disputa na constituição das
representatividades a saber: o liberal burguês e o popular participativo.
Sabemos que toda prática educativa está eivada de
concepções. Na constituição dos conselhos escolares é preciso deixar claro que
educação nós queremos e qual o tipo de sociedade nossas práticas indicam? Que
cidadão nós queremos formar? Que tipo de aluno?
Dessa forma é preciso perguntar: Conselho para que? Se não
for para construir a qualidade da educação negociada por meio da efetivação do
PPP teremos apenas a reprodução da sociedade que está aí, antiecológica e
autodestrutiva.
No contexto da concepção liberal respeita-se pelo menos o direito
à diferença de opinião. Caso contrário, estaremos presenciando ações
autoritárias decorrentes de um outro modelo de poder: o absolutista monárquico
para não falar do período das ditaduras do século XX como o fascismo, o nazismo
e o stalinismo. A democracia é uma conquista e a gestão democrática deve ser o
valor supremo defendido por todos educadores e cidadãos. Infelizmente os grupos dominantes abominam esta prática pensam estar ainda na Casa Grande e o povo na senzala.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
São Paulo: Haddad divulga Plano de Educação
Publicado em 18/08/2013
O Prefeito da Cidade de São Paulo divulgou o plano de trabalho para a área da educação. O link abaixo contém a proposta. Versão sintética:http://www.sinpeem.com.br/sites/arquivos/downloads/reorganizacaocurricular2.pdfVersão completa:http://www.sinpeem.com.br/sites/arquivos/downloads/reorganizacaocurricular1.pdf
Por outro lado, o Sr Governador do Estado de São Paulo dá outro duro golpe no magistério retirando autoritariamente a opção da jornada reduzida dos professores. É assim que eles fazem ...
Por outro lado, o Sr Governador do Estado de São Paulo dá outro duro golpe no magistério retirando autoritariamente a opção da jornada reduzida dos professores. É assim que eles fazem ...
domingo, 4 de agosto de 2013
Programa Ler e Escrever e o desvio do dinheiro público
Por que a grande mídia brasileira blinda tanto o PSDB:
Editora Abril, Folha de São Paulo, Estadão e Globo receberam mais de R$ 250
milhões dos governos tucanos de São Paulo. A transação envolveu a Secretaria da
Educação e a maior parte dos pagamentos foi feita sem licitação.
por Paulo Jonas de Lima Piva
A denúncia pode ser lida no site Viomundo e é de 2010:
Desde 2004, PSDB paulista gastou R$ 250 milhões com a mídia
(quase tudo sem licitação)
http://www.viomundo.com.br/denuncias/serra-psdb-educacao-midia-acoes-entre-amigos.html
sábado, 3 de agosto de 2013
São Paulo pretende afastar diretor de escola mal avaliado
FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO
DE SÃO PAULO
O governo de São Paulo decidiu criar um
sistema de avaliação que vai retirar do cargo diretores de escola que tiverem
baixo desempenho.
A iniciativa, à qual a Folha teve acesso, é considerada pela
Secretaria da Educação como inédita no país. Atualmente, vigora a ideia de que
o dirigente tem estabilidade ao ser aprovado em concurso --ele perde o posto
apenas por desvio de conduta.
Pela proposta desenhada pela gestão Geraldo
Alckmin (PSDB), os novos diretores serão avaliados por três anos.
Após o período, os que não alcançarem
desempenho satisfatório terão mais três anos para se recuperar. Os que falharem
perderão o posto.
Ainda não foram definidos todos os quesitos da avaliação. Deverão
ser considerados o desempenho do diretor em um curso de gestão e a opinião de
professores, alunos e funcionários da escola.
O governo ainda analisa se a regra valerá para
todos os diretores das cerca de 5.300 escolas da rede ou apenas para os que
forem contratados a partir de agora --Alckmin anuncia hoje concurso para cerca
de 1.400 dirigentes.
Segundo o secretário da Educação, Herman
Voorwald, a ideia é que os dirigentes, mesmo aprovados nos primeiros anos de
avaliação, continuem a ser submetidos a exame anual, com a possibilidade de
perda do posto.
"Temos a possibilidade de formar o
diretor em suas deficiência ou desligá-lo caso o perfil dele não seja adequado
para a gestão", disse.
A Secretaria da Educação afirma que já se
prepara para contestações judiciais.
A pasta tem o entendimento de que a
Constituição prevê a possibilidade de perda do cargo público em caso de
"insuficiência de desempenho". O mecanismo, porém, nunca foi
regulamentado, afirma a secretaria.
A Constituição prevê a perda do cargo em caso
de problema de desempenho, mas isso só pode ocorrer após processo com garantia
de defesa e de contraditório.
Outra dificuldade pode ser a perda de
interesse pelo posto. O piso para diretor é de
R$ 3.552, com gratificações.
R$ 3.552, com gratificações.
Conselho de educação paulista tem novos integrantes
FAPESP, 31/07/2013
O governador Geraldo Alckmin (PSDB)
nomeou em 29/07 seis novos integrantes para o Conselho de Educação (CEE) de São
Paulo, para um mandato de três anos. A mudança mexe com 25% nos nomes, mas
pouca coisa muda no perfil do órgão (veja abaixo).
O decreto sobre o tema dá mais
um mandato no cargo ao secretário-adjunto de Educação, João Cardoso Palma
Filho, e a Hubert Alquéres, vice-presidente do Bandeirantes, colégio privado da
capital.
Dos seis novos nomeados, dois também
têm perfil considerado empresarial, segundo classificação da Fepesp. São eles:
Jair Ribeiro da Silva Neto, diretor ‘co-presidente’ do Banco Indusval &
Partners e fundador da Associação Parceiros da Educação; e Silvia Figueiredo
Gouvêa, uma das donas da escola Lourenço Castanho.
Os demais conselheiros que passam a
integrar o órgão são: Francisco Antonio Poli, presidente da Udemo; Bernadete
Angelina Gatti, professora aposentada da USP e atual pesquisadora da Fundação
Carlos Chagas (FCC); Laura Margarida Josefina Laganá, diretora superintendente
do Centro Paula Souza (responsável pelas ETECs e Fatec’s mantidas pelo governo
estadual); A última indicada, Priscila Maria Bonini Ribeiro, é secretária de
Educação de Guarujá e presidenta da Undime (Região Sudeste), mas fez carreira
na Unaerp.
Os novos conselheiros tomarão posse
em 07/08, durante reunião do CEE. Deixam o Conselho de Educação: Arthur Fonseca
Filho, Décio Lencioni Machado, Milton Linhares e Sérgio Tiezzi Júnior (setor
privado); Angelo Luiz Cortelazzo e Nina Beatriz Stocco Ranieri (setor público).
Empresários e…. mais
empresários
A troca de um quarto dos 24
conselheiros anunciada pelo governo paulista não muda o perfil empresarial do
CEE. Levantamento da Fepesp mostra que 58% dos conselheiros são ligados aos
dirigentes do setor privado (escolas, faculdades, Fiesp, ONGs, bancos,
consultorias), 29% têm laços com a rede pública e 12,5% dos conselheiros têm
ambos os perfis.
Em maio do ano passado, no primeiro
levantamento, os três setores representavam 67%, 25% e 8%, respectivamente. De
lá pra cá, houve troca de dez nomes, mas com pouquíssimo reflexo no peso dos
três setores.
A escolha dos conselheiros de
educação está nas mãos do governador, que se baseia em legislação feita durante
a ditadura. Pela lei estadual 10.043, de 1971, que criou o CEE, seus
integrantes serão escolhidos entre “pessoas de notório saber e experiência em
matéria de educação, observada a devida representação dos diversos graus de
ensino e a participação de representantes do ensino público e privado”.
Em março de 2012, um projeto de lei –
PL 108 – foi apresentado na Assembleia Legislativa com o objetivo de
reorganizar o Conselho e dar à sociedade o direito de indicar a maioria dos
conselheiros. Para os autores, deputados Geraldo Cruz e Simão Pedro Chiovetti
(ambos do PT), se aprovada, a proposta democratizará o órgão.
O projeto passou pelas comissões e
chegou até o plenário em
novembro. Na época, poderia ter sido votado, mas saiu de
pauta, pois não teria o apoio da maioria governista para aprovação.
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